2012, o primeiro ano do resto da minha vida

Pra quem não entende o título de cara, explico: 2010 foi de reaprender; 2011 dividiu a minha vida em duas. Nada mais lógico do que um 2012 renovador. Ou fortalecedor. Ou revelador. Ou tudo isso junto.

Não tenho do que reclamar. Na verdade, nunca tenho. Mas voltemos. Cheguei em 2012 parecendo um mini-trapo torcido depois de passar na cândida. E no Vanish. Limpinha, mas meio mole, meio não servindo pra nada, meio daquele jeito que a gente fica quando não tem escolha.

E, quando não se tem escolha, escolhido está: é pra frente que se anda. Reorganizei algumas coisas, definitivamente me conformei em ficar sozinha, abri mão dos treinos em função dos estudos e meti a cara no trabalho, que prometia fortes emoções.

O relato público dispensa detalhes. Só precisa saber que fui feliz. Mesmo quando a situação não o era; mesmo quando o caminho apontava para um lado desconhecido – mesmo quando tudo dizia o contrário, mas dentro de mim existia a certeza.

E fui. Não fiquei sozinha, no fim das contas. A minha esperança mora ali à direita, entre a tempestade e o nascer do sol. Não precisa bater pra entrar. Como boa anfitriã, recebeu-me de braços abertos. Mais uma surpresa: a fé estava a me esperar. Abraçou-me como nunca, colocou-me no colo. E me disse que vai ficar tudo bem e vai dar tudo certo.

Decidi acreditar.

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Sobre Ana Gomes

Profissionalmente, mais aqui >> https://br.linkedin.com/in/anacgomes
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