carreira, ficadas e casamento

Se pararmos pra pensar, antes nossos pais/avós viviam casamentos longos, duradouros e, até certo ponto, felizes com as empresas que escolhiam pra chamar de suas. Os homens, em sua maioria, claro, mas ainda assim.

Uma vez casados, fidelidade total, nem adiantava vir outro tentar levar, porque não levava. E nada desses papos de variável, desafios, nada. Sou daqui e pronto.

Com a evolução dos relacionamentos, também o trabalho mudou. A carreira passa a ser sua, e faça vc com ela o que bem entender, no bom sentido (entenda). O negócio é ficar: com o mais bonito, o que paga melhor, o mais socialmente responsável, o que aparece na mídia e tem um bom carro… vale para homens e mulheres.

A impressão que tenho, hoje, é que estamos vivendo um movimento contrário, que volta ao início desse post e, na busca (caça) por talentos, seja lá o que essa palavra signifique, empresas e profissionais andam querendo casar de novo, mas não tão simplesmente. Tem o flerte, a conquista, e, claro, a grana. Leva quem pagar melhor, oferecer oportunidade de expatriação e convênio na Daslu. Tá, não é beeeem isso, mas é quase.

A diferença é que, agora, a fidelidade nào é cega. Além de enxergar muito bem, ela ouve… e pensa. Isso acaba com qualquer casamento.

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Sobre Ana Gomes

Profissionalmente, mais aqui >> https://br.linkedin.com/in/anacgomes
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