A arte de contar histórias

Eu sou doida por histórias. Sempre fui. Ouvir alguém, ver uma sequência de cenas, imaginar o passado de alguém no metrô. Amo. Elas estão sempre dentro de mim e, mesmo que alguém me conte, eu puxo vários links pra complementar, e a imaginação voa.

Não à toa me formei jornalista, com especialização tbm em roteiro para produções (rádio, TV, teatro e cinema). Adoro. E, por causa do meu problema com finais de histórias (sempre acho que não fazem sentido), sempre fico muito encantada com narrativas bem amarradas, cheias de referências e detalhes específicos.

Isso tudo pra dizer que eu amo os filmes do Almodóvar. E, claro, melhor se for com a Penélope Cruz. Ele tem um desprendimento do tempo, um vagar de contar a história que, mesmo quando é fora de ordem, sempre faz todo o sentido. Desenha cada personagem tão bem, com tanta complexidade, que só dá pra imaginar que é um ser humano real, que vc pode conhecer na casa de um amigo, ou na Livraria Cultura, ou na faculdade.

Assisti Los Abrazos Rotos, ou Abraços Partidos. E ai. Nem preciso falar mais nada.

Veja lá:
Los Abrazos Rotos, de Pedro Almodóvar, com Penélope Cruz.
Prefira as seções tarde da noite do Shops Morumbi. Com sorte, vc assiste ao filme sozinho, um silêncio que não tem preço. Só toma cuidado pra não se ouvir (ou ver) demais no filme.

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Sobre Ana Gomes

Profissionalmente, mais aqui >> https://br.linkedin.com/in/anacgomes
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